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	<title>Cleinaldo Simões</title>
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	<description>Assessoria e Comunicação</description>
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		<title>O Estado de S. Paulo: Alta de juros ajuda a refrear a retomada da economia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os juros dos empréstimos às pessoas físicas caíram de 6,25% ao mês, em média, em abril de 2012, para 5,40%, em março de 2013, mas aumentaram ligeiramente, para 5,43% ao mês, em &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1895">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os juros dos empréstimos às pessoas físicas caíram de 6,25% ao mês, em média, em abril de 2012, para 5,40%, em março de 2013, mas aumentaram ligeiramente, para 5,43% ao mês, em abril, segundo a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Para a maioria da população, habituada a avaliar se a prestação cabe no salário, a alta do juro &#8211; ainda que pequena &#8211; será um desestímulo no caso daquelas pessoas que não tiveram correção de vencimentos ou não têm folga no orçamento doméstico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas linhas mais caras &#8211; cheque especial e rotativo do cartão de crédito -, entre março e abril houve leve diminuição (de 0,02 ponto porcentual) ou estabilidade, respectivamente. No entanto, como é temerário tomar tais linhas, isso só se explica numa emergência ou por desinformação, por clientes cuja situação <a id="_GPLITA_0" title="Click to Continue &gt; by Text-Enhance" href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,alta-de-juros-ajuda-a-refrear-a-retomada-da-economia--,1030707,0.htm#">financeira</a> tende a ficar ainda mais apertada na hora de quitar o débito. Os juros do cartão são de 192% ao ano ou 9,37% ao mês &#8211; isto é, o juro por 30 dias equivale a uma vez e meia a inflação anual. No cheque especial, o juro é de 7,7% ao mês (143% ao ano).</p>
<p>Em março, o saldo total dessas duas linhas de empréstimo era de somente R$ 46 bilhões, equivalendo a 6,5% de todas as modalidades de crédito com recursos livres a pessoas físicas, no Brasil, da ordem de R$ 700 bilhões.</p>
<p>Os juros também aumentaram nas operações das financeiras, de crédito ao consumidor dos bancos e do crediário. Nos empréstimos pessoais, as taxas médias passaram de 2,91% para 2,94% ao mês e, nos financiamentos de automóveis, de 1,52% para 1,54% ao mês.</p>
<p>O aumento dos juros dos empréstimos se deve à elevação da taxa Selic de 7,25% ao ano para 7,5% ao ano, notou o coordenador de Estudos Econômicos da Anefac, Miguel José de Oliveira. O juro tende, portanto, a subir, com nova alta da Selic.</p>
<p>A alta dos juros ocorre quando ainda não foram colhidos os frutos do movimento inverso &#8211; e mais amplo &#8211; de redução de juros dos últimos 15 meses. Entre março de 2012 e março de 2013, o saldo de empréstimos com recursos livres às pessoas físicas subiu apenas 9,2%, de R$ 641,6 bilhões para R$ 700,9 bilhões.</p>
<p>Se o ritmo da economia não melhorar, as pessoas físicas continuarão temerosas de novas dívidas, pois a inflação exige mais recursos para cobrir o consumo essencial e quitar dívidas prioritárias, como as da compra da casa própria.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,alta-de-juros-ajuda-a-refrear-a-retomada-da-economia--,1030707,0.htm">http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,alta-de-juros-ajuda-a-refrear-a-retomada-da-economia&#8211;,1030707,0.htm</a></p>
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		<title>Folha de S. Paulo: Inflação e juro alto reduzirão demanda por crédito, dizem especialistas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em cenário de inflação e juros mais altos, a procura dos consumidores por crédito deve cair em 2013, na avaliação de especialistas consultados pela Folha. No comércio, o impacto já começou a ser &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1894">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em cenário de inflação e juros mais altos, a procura dos consumidores por crédito deve cair em 2013, na avaliação de especialistas consultados pela <b>Folha</b>.</p>
<p>No comércio, o impacto já começou a ser sentido. O movimento de consumidores no comércio caiu 1,4% em abril na comparação com o do mês passado, segundo indicador da Serasa Experian, empresa de informações financeiras.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1277738-analise-banco-publico-reduziu-rentabilidade-do-setor-ao-forcar-queda-nos-juros.shtml">Análise: Banco público reduziu rentabilidade do setor ao &#8216;forçar&#8217; queda nos juros</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1274561-veja-como-os-dados-de-inflacao-afetam-seus-investimentos.shtml">Saiba como os dados da inflação afetam seus investimentos</a></p>
<p>Outro indicador, da Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SP), mostra que a disposição do paulistano para buscar financiamento caiu 9,8% em abril.</p>
<p>Em março o índice já havia registrado queda de 1,5%. Desde julho do ano passado, quando foi iniciada a medição da Fecomercio-SP, houve redução de quase 50%.</p>
<p>&#8220;As famílias estão aprendendo que pagar juros é um péssimo negócio&#8221;, diz o educador financeiro Mauro Calil. &#8220;A inflação diminui o poder de compra, a capacidade salarial é a mesma&#8221;, diz Calil.</p>
<p>&#8220;Quando o Banco Central eleva os juros, ele certamente não está preocupado com a inflação de curto prazo. É uma medida que começa a fazer efeito em cinco ou seis meses, pelo menos&#8221;, diz Priscila Godoy, economista da consultoria Rosenberg &amp; Associados.</p>
<p><b>PERSPECTIVAS</b></p>
<p>Por esse motivo, mesmo com a inflação menor em 12 meses, o BC não só deve manter o ciclo de aperto monetário (aumento no juro básico) como também pode reavaliar se amplia o ritmo de alta da Selic, na avaliação de Priscila.</p>
<p>&#8220;A preocupação da autoridade monetária é com sua credibilidade, por isso o BC deve agir para evitar que a inflação se distancie da meta do governo &#8211;de 4,5% ao ano, com margem de dois pontos percentuais para baixo e para cima. O <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1273930-mercado-eleva-projecao-de-inflacao-para-2014.shtml">Boletim Focus</a> [pesquisa do Banco Central com economistas] desta semana já mostrou que o mercado espera uma inflação maior no ano que vem. Isso deve preocupar o BC.&#8221;</p>
<p>O economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, concorda que a tomada de crédito deve ser menor para que os preços possam voltar a um patamar confortável no Brasil, mas não acredita que novos aumentos da Selic seja a melhor opção do BC para isso, uma vez que os juros maiores também desaceleram a atividade da indústria e o ritmo de crescimento do país.</p>
<p>&#8220;O Japão e os EUA estão comprando títulos para estimular o mercado, a Europa está cortando juros, mas, aqui, iniciamos um ciclo de alta da Selic. Não pode ser assim. Para combater os preços, o BC tem que adotar medidas macroprudenciais, como a menor concessão de crédito pelos bancos públicos, por exemplo.&#8221;</p>
<p><b>JUROS AO CONSUMIDOR</b></p>
<p>Segundo dados da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças), os juros médios praticados pelos bancos nas linhas de crédito para consumidores subiram em abril como reflexo da elevação da taxa básica, a Selic.</p>
<p>A taxa média geral teve uma alta 0,03 ponto percentual, de 5,40% para 5,43% (88,61% ao ano).</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Linha de crédito</th>
<th>Taxa em abril de 2013, ao mês</th>
<th>Taxa em março de 2013, ao mês</th>
</tr>
<tr>
<td>Juros comércio</td>
<td>4,10%</td>
<td>4,00%</td>
</tr>
<tr>
<td>Cartão de crédito</td>
<td>9,37%</td>
<td>9,37%</td>
</tr>
<tr>
<td>Cheque especial</td>
<td>7,70%</td>
<td>7,72%</td>
</tr>
<tr>
<td>CDC -bancos- financiamento de automóveis</td>
<td>1,54%</td>
<td>1,52%</td>
</tr>
<tr>
<td>Empréstimo pessoal -bancos</td>
<td>2,94%</td>
<td>2,91%</td>
</tr>
<tr>
<td>Empréstimo pessoal-financeiras</td>
<td>6,91%</td>
<td>6,88%</td>
</tr>
<tr>
<td>Taxa média</td>
<td>5,43%</td>
<td>5,40%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O movimento interrompe uma sequência de quatro reduções seguidas na taxa média apurada em levantamento da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças). A entidade divulgou nesta quinta-feira os dados do mês passado.</p>
<p>Das seis modalidades de financiamento para consumidores pesquisadas, quatro tiveram elevação: financiamento de automóveis, juros do comércio, empréstimo pessoal por bancos e por financeiras.</p>
<p>A taxa do cheque especial foi a única registrar queda, enquanto a do cartão de crédito ficou estável.</p>
<p>O juro básico brasileiro (taxa Selic) foi elevado de 7,25% ao ano para 7,5% ao ano pelo Banco Central no dia 17. Foi o primeiro aumento desde julho de 2011, quando havia passado de 12,25% para 12,50% ao ano.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1276150-com-inflacao-e-juro-alto-demanda-por-credito-deve-diminuir-dizem-especialistas.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1276150-com-inflacao-e-juro-alto-demanda-por-credito-deve-diminuir-dizem-especialistas.shtml</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Valor Econômico: Juro para pessoa física sobe em abril após série de quedas, diz Anefac</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO – Os juros cobrados das pessoas físicas subiram em abril, encerrando uma sequência de quatro meses de declínio, enquanto as taxas para as empresas permaneceram inalteradas, segundo pesquisa da Associação Nacional &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1892">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO –</strong> Os juros cobrados das pessoas físicas subiram em abril, encerrando uma sequência de quatro meses de declínio, enquanto as taxas para as empresas permaneceram inalteradas, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgada nesta quinta-feira.</p>
<p>De acordo com o coordenador de estudos econômicos da Anefac, Miguel Oliveira, o aumento pode ser atribuído à elevação da taxa básica de juro da economia brasileira (Selic). No mês passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic para 7,50% ao ano. Desde outubro de 2012, quando encerrou um ciclo de dez cortes consecutivos, a taxa estava em 7,25% ao ano.</p>
<p>“Tendo em vista os atuais indicadores de inflação mostrando pressões inflacionárias, bem como o fato de o índice oficial de inflação ter ultrapassado neste mês o teto da meta do Banco Central, deveremos ter uma elevação da taxa básica de juros (Selic) nas próximas reuniões do Copom”, prevê a associação.</p>
<p>A taxa de juros média geral para pessoa física passou de 5,40% ao mês em março para 5,43% ao mês em abril &#8211; maior patamar desde dezembro de 2012. Ao ano, a taxa chega a 88,61%.</p>
<p>Das linhas de crédito pesquisadas, juros do comércio (4,10% ao mês), CDC-bancos para financiamento de automóveis (1,54%) e empréstimo pessoal de bancos (2,94%) subiram. A taxa do cheque especial (7,70%) caiu e a do cartão de crédito (9,37%) se manteve inalterada.</p>
<p>Das três linhas de crédito pesquisadas de pessoa jurídica, capital de giro (1,48% ao mês) e desconto de duplicatas (2,17%) caíram, enquanto conta garantida (5,54%) subiu. A taxa média geral ficou estacionada em 3,06% ao mês em abril.</p>
<p><a href="http://www.valor.com.br/financas/3117186/juro-para-pessoa-fisica-sobe-em-abril-apos-serie-de-quedas-diz-anefac">http://www.valor.com.br/financas/3117186/juro-para-pessoa-fisica-sobe-em-abril-apos-serie-de-quedas-diz-anefac</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Folha de S. Paulo: Taxa média de juros ao consumidor sobe em abril após 4 quedas seguidas</title>
		<link>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1891</link>
		<comments>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1891#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TV Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Os juros médios praticados pelos bancos nas linhas de crédito para consumidores subiram em abril como reflexo da elevação da taxa básica, a Selic, no mês. A taxa média geral teve uma &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1891">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os juros médios praticados pelos bancos nas linhas de crédito para consumidores subiram em abril como reflexo da elevação da taxa básica, a Selic, no mês.</p>
<p>A taxa média geral teve uma alta 0,03 ponto percentual, de 5,40% para 5,43% (88,61% ao ano).</p>
<p>O movimento interrompe uma sequência de quatro reduções seguidas na taxa média apurada em levantamento da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças). A entidade divulgou nesta quinta-feira os dados do mês passado.</p>
<p>Das seis modalidades de financiamento para consumidores pesquisadas, quatro tiveram elevação: financiamento de automóveis, juros do comércio, empréstimo pessoal por bancos e por financeiras.</p>
<p>A taxa do cheque especial foi a única registrar queda, enquanto a do cartão de crédito ficou estável.</p>
<p>A taxa Selic foi elevada de 7,25% para 7,5% ao ano pelo Banco Central no dia 17. Foi o primeiro aumento desde julho de 2011, quando havia passado de 12,25% para 12,50% ao ano.</p>
<p><b>SEGMENTOS</b></p>
<p>O empréstimo pessoal em bancos teve uma elevação de 1,03%, para 2,94% (41,58% ao ano). Em financeiras, o empréstimo subiu 0,44%, para 6,88% (122,96% ao ano).</p>
<p>O financiamento de automóveis também subiu, para 1,54% (20,13% ao ano).</p>
<p>A taxa do cheque especial caiu de 7,72% (144,09% ao ano) para 7,70% (143,55% ao ano), uma leve variação negativa de 0,26%. É a menor taxa desde fevereiro de 2011.</p>
<p>O cartão de crédito ficou estável, com taxa de 9,37% (192,4% ao ano), a menor taxa desde o início da série histórica, em 1995.</p>
<p>A taxa média para a pessoa jurídica ficou estável, em 3,06% (43,58% ao ano).</p>
<p><b>TAXA DE JUROS PARA PESSOA FÍSICA AO MÊS EM ABRIL</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Linha de crédito</th>
<th>Taxa em abril de 2013, ao mês</th>
<th>Taxa em março de 2013, ao mês</th>
</tr>
<tr>
<td>Juros comércio</td>
<td>4,10%</td>
<td>4,00%</td>
</tr>
<tr>
<td>Cartão de crédito</td>
<td>9,37%</td>
<td>9,37%</td>
</tr>
<tr>
<td>Cheque especial</td>
<td>7,70%</td>
<td>7,72%</td>
</tr>
<tr>
<td>CDC -bancos- financiamento de automóveis</td>
<td>1,54%</td>
<td>1,52%</td>
</tr>
<tr>
<td>Empréstimo pessoal -bancos</td>
<td>2,94%</td>
<td>2,91%</td>
</tr>
<tr>
<td>Empréstimo pessoal-financeiras</td>
<td>6,91%</td>
<td>6,88%</td>
</tr>
<tr>
<td>Taxa média</td>
<td>5,43%</td>
<td>5,40%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div data-id="13572">
<h4>Veja 10 passos para controlar suas finanças</h4>
<p><a href="http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/13572-veja-10-passos-para-controlar-suas-financas"> Ver em tamanho maior »</a></p>
<div>
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<ul>
<li><a href="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240083-970x600-1.jpeg"><img alt="" src="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240083-970x600-1-medium.jpeg" /></a></li>
<li><a href="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240085-970x600-1.jpeg"><img alt="" src="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240085-970x600-1-medium.jpeg" /></a></li>
<li><a href="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240075-970x600-1.jpeg"><img alt="" src="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240075-970x600-1-medium.jpeg" /></a></li>
<li><a href="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240076-970x600-1.jpeg"><img alt="" src="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240076-970x600-1-medium.jpeg" /></a></li>
<li><a href="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240077-970x600-1.jpeg"><img alt="" src="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240077-970x600-1-medium.jpeg" /></a></li>
<li><a href="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240078-970x600-1.jpeg"><img alt="" src="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/02/08/240078-970x600-1-medium.jpeg" /></a></li>
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</div>
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		<item>
		<title>O Globo: Juro para pessoa física sobe em abril após série de quedas</title>
		<link>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1890</link>
		<comments>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1890#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TV Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Aumento pode ser atribuído à elevação da taxa básica de juro para 7,50% ao ano SÃO PAULO &#8211; Os juros cobrados das pessoas físicas subiram em abril, encerrando uma sequência de quatro &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1890">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Aumento pode ser atribuído à elevação da taxa básica de juro para 7,50% ao ano</li>
</ul>
<div id="article-body">
<div>
<p>SÃO PAULO &#8211; Os juros cobrados das pessoas físicas subiram em abril, encerrando uma sequência de quatro meses de declínio, enquanto as taxas para as empresas permaneceram inalteradas, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgada nesta quinta-feira.</p>
<p>De acordo com o coordenador de estudos econômicos da Anefac, Miguel Oliveira, o aumento pode ser atribuído à elevação da taxa básica de juro da economia brasileira (Selic). No mês passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic para 7,50% ao ano. Desde outubro de 2012, quando encerrou um ciclo de dez cortes consecutivos, a taxa estava em 7,25% ao ano.</p>
<p>— Tendo em vista os atuais indicadores de inflação mostrando pressões inflacionárias, bem como o fato de o índice oficial de inflação ter ultrapassado neste mês o teto da meta do Banco Central, deveremos ter uma elevação da taxa básica de juros (Selic) nas próximas reuniões do Copom — prevê a associação.</p>
<p>A taxa de juros média geral para pessoa física passou de 5,40% ao mês em março para 5,43% ao mês em abril &#8211; maior patamar desde dezembro de 2012. Ao ano, a taxa chega a 88,61%.</p>
<p>Das linhas de crédito pesquisadas, juros do comércio (4,10% ao mês), CDC-bancos para financiamento de automóveis (1,54%) e empréstimo pessoal de bancos (2,94%) subiram. A taxa do cheque especial (7,70%) caiu e a do cartão de crédito (9,37%) se manteve inalterada.</p>
<p>Das três linhas de crédito pesquisadas de pessoa jurídica, capital de giro (1,48% ao mês) e desconto de duplicatas (2,17%) caíram, enquanto conta garantida (5,54%) subiu. A taxa média geral ficou estacionada em 3,06% ao mês em abril.</p>
</div>
</div>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/juro-para-pessoa-fisica-sobe-em-abril-apos-serie-de-quedas-8340330">http://oglobo.globo.com/economia/juro-para-pessoa-fisica-sobe-em-abril-apos-serie-de-quedas-8340330</a></p>
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		<title>G1: Juro para pessoa física sobe em abril após série de quedas, diz Anefac</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; Os juros cobrados das pessoas físicas subiram em abril, encerrando uma sequência de quatro meses de declínio, enquanto as taxas para as empresas permaneceram inalteradas, segundo pesquisa da Associação &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1889">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Os juros cobrados das pessoas físicas subiram em abril, encerrando uma sequência de quatro meses de declínio, enquanto as taxas para as empresas permaneceram inalteradas, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgada nesta quinta-feira.</p>
<p>De acordo com o coordenador de estudos econômicos da Anefac, Miguel Oliveira, o aumento pode ser atribuído à elevação da taxa básica de juro da economia brasileira (Selic). No mês passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic para 7,50% ao ano. Desde outubro de 2012, quando encerrou um ciclo de dez cortes consecutivos, a taxa estava em 7,25% ao ano.</p>
<p>&#8216;Tendo em vista os atuais indicadores de inflação mostrando pressões inflacionárias, bem como o fato de o índice oficial de inflação ter ultrapassado neste mês o teto da meta do Banco Central, deveremos ter uma elevação da taxa básica de juros (Selic) nas próximas reuniões do Copom&#8217;, prevê a associação.</p>
<p>A taxa de juros média geral para pessoa física passou de 5,40% ao mês em março para 5,43% ao mês em abril &#8211; maior patamar desde dezembro de 2012. Ao ano, a taxa chega a 88,61%.</p>
<p>Das linhas de crédito pesquisadas, juros do comércio (4,10% ao mês), CDC-bancos para financiamento de automóveis (1,54%) e empréstimo pessoal de bancos (2,94%) subiram. A taxa do cheque especial (7,70%) caiu e a do cartão de crédito (9,37%) se manteve inalterada.</p>
<p>Das três linhas de crédito pesquisadas de pessoa jurídica, capital de giro (1,48% ao mês) e desconto de duplicatas (2,17%) caíram, enquanto conta garantida (5,54%) subiu. A taxa média geral ficou estacionada em 3,06% ao mês em abril.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/05/juro-para-pessoa-fisica-sobe-em-abril-apos-serie-de-quedas-diz-anefac.html">http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/05/juro-para-pessoa-fisica-sobe-em-abril-apos-serie-de-quedas-diz-anefac.html</a></p>
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		<title>O Estado de S. Paulo &#8211; Blog Tudo Azul: Juros sobem e interrompem quatro meses de redução</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TV Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Yolanda Fordelone Das seis linhas de crédito pesquisadas, uma foi reduzida (cheque especial), uma se manteve inalterada (cartão de crédito rotativo). Foto: Robson Fernandjes/ Estadão Após quatro meses seguidos de queda, os &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1888">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1>Yolanda Fordelone</h1>
<div>
<p><img alt="cheque_RobsonFernandjesEstadao_1.JPG" src="http://blogs.estadao.com.br/no-azul/wp-content/blogs.dir/101/files/2013/05/cheque_RobsonFernandjesEstadao_1.JPG" width="450" height="300" border="0" /></p>
<p><em>Das seis linhas de crédito pesquisadas, uma foi reduzida (cheque especial), uma se manteve inalterada (cartão de crédito rotativo).</em></p>
<p><em>Foto: Robson Fernandjes/ Estadão</em></p>
<p>Após quatro meses seguidos de queda, os juros cobrados da pessoa física interromperam o ciclo de baixa e tiverem leve alta em abril, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A taxa passou de 5,40% para 5,43% ao ano.</p>
<p>Na pessoa jurídica, as taxas de juros ficaram inalteradas. Segundo a Anefac, a pequena elevação no caso das pessoas físicas pode ser atribuída à alta do juro básico da economia, a Selic.</p>
<table border="0" rules="NONE" cellspacing="0">
<colgroup>
<col width="142" />
<col width="130" />
<col width="126" />
<col width="114" />
<col width="135" />
<col width="86" /></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td align="CENTER" width="142" height="19"><strong>Linha de crédito</strong></td>
<td colspan="2" align="CENTER" width="256"><strong>Março/2013</strong></td>
<td colspan="2" align="CENTER" width="249"><strong>Abril/2013</strong></td>
<td align="CENTER" width="86"><strong>Variação (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="RIGHT" height="19"><strong> </strong></td>
<td align="CENTER"><strong>Taxa no mês</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>Taxa no ano</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>Taxa no mês</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>Taxa no ano</strong></td>
<td align="CENTER"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19">Juros comércio</td>
<td align="CENTER">4,00%</td>
<td align="CENTER">60,10%</td>
<td align="CENTER">4,10%</td>
<td align="CENTER">61,96%</td>
<td align="CENTER">2,50%</td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19">Cartão de crédito</td>
<td align="CENTER">9,37%</td>
<td align="CENTER">192,94%</td>
<td align="CENTER">9,37%</td>
<td align="CENTER">192,94%</td>
<td align="CENTER">0,00%</td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19">Cheque especial</td>
<td align="CENTER">7,72%</td>
<td align="CENTER">144,09%</td>
<td align="CENTER">7,70%</td>
<td align="CENTER">143,55%</td>
<td align="CENTER">-0,26%</td>
</tr>
<tr>
<td align="JUSTIFY" height="53">CDC – bancos- financiamento de automóveis</td>
<td align="CENTER">1,52%</td>
<td align="CENTER">19,84%</td>
<td align="CENTER">1,54%</td>
<td align="CENTER">20,13%</td>
<td align="CENTER">1,32%</td>
</tr>
<tr>
<td align="JUSTIFY" height="35">Empréstimo pessoal (bancos)</td>
<td align="CENTER">2,91%</td>
<td align="CENTER">41,09%</td>
<td align="CENTER">2,94%</td>
<td align="CENTER">41,58%</td>
<td align="CENTER">1,03%</td>
</tr>
<tr>
<td align="JUSTIFY" height="36">Empréstimo pessoal (financeiras)</td>
<td align="CENTER">6,88%</td>
<td align="CENTER">122,21%</td>
<td align="CENTER">6,91%</td>
<td align="CENTER">122,96%</td>
<td align="CENTER">0,44%</td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19"><strong>Taxa média</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>5,40%</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>87,97%</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>5,43%</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>88,61%</strong></td>
<td align="CENTER"><strong>0,56%</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Das seis linhas de crédito pesquisadas, uma foi reduzida (cheque especial), uma se manteve inalterada (cartão de crédito rotativo) e quatro foram elevadas (juros do comércio, CDC-bancos, financiamento de automóveis, empréstimo pessoal – bancos e empréstimo pessoal – financeiras).</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" rules="NONE" cellspacing="0">
<colgroup>
<col width="142" />
<col width="130" />
<col width="126" />
<col width="114" />
<col width="135" /></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td align="CENTER" width="142" height="19"></td>
<td colspan="2" align="CENTER" width="256">Março/2013</td>
<td colspan="2" align="CENTER" width="249">Abril/2013</td>
</tr>
<tr>
<td align="RIGHT" height="19">Linha de crédito</td>
<td align="CENTER">Taxa no mês</td>
<td align="CENTER">Taxa no ano</td>
<td align="CENTER">Taxa no mês</td>
<td align="CENTER">Taxa no ano</td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19">Juros comércio</td>
<td align="RIGHT">4,00%</td>
<td align="RIGHT">60,10%</td>
<td align="CENTER">4,10%</td>
<td align="CENTER">61,96%</td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19">Cartão de crédito</td>
<td align="RIGHT">9,37%</td>
<td align="RIGHT">192,94%</td>
<td align="CENTER">9,37%</td>
<td align="CENTER">192,94%</td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19">Cheque especial</td>
<td align="RIGHT">7,72%</td>
<td align="RIGHT">144,09%</td>
<td align="CENTER">7,70%</td>
<td align="CENTER">143,55%</td>
</tr>
<tr>
<td align="JUSTIFY" height="53">CDC – bancos- financiamento de automóveis</td>
<td align="RIGHT">1,52%</td>
<td align="RIGHT">19,84%</td>
<td align="CENTER">1,54%</td>
<td align="CENTER">20,13%</td>
</tr>
<tr>
<td align="JUSTIFY" height="35">Empréstimo pessoal (bancos)</td>
<td align="RIGHT">2,91%</td>
<td align="RIGHT">41,09%</td>
<td align="CENTER">2,94%</td>
<td align="CENTER">41,58%</td>
</tr>
<tr>
<td align="JUSTIFY" height="53">Empréstimo pessoal (financeiras)</td>
<td align="RIGHT">6,88%</td>
<td align="RIGHT">122,21%</td>
<td align="CENTER">6,91%</td>
<td align="CENTER">122,96%</td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT" height="19">Taxa média</td>
<td align="RIGHT">5,40%</td>
<td align="RIGHT">87,97%</td>
<td align="CENTER">5,43%</td>
<td align="CENTER">88,61%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerando todas as reduções da taxa básica de juros promovidas pelo Banco Central desde julho de 2011, tivemos neste período uma redução da Selic de 5,50 pontos percentuais (redução de 40,00%) de 12,50% ao ano em julho de 2011 para 7,50% ao ano em abril de 2013.</p>
<p>Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 32,60 pontos percentuais (redução de 26,90%) de 121,21% ao ano em julho de 2011 para 88,61% ao ano em abril de 2013.</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/no-azul/2013/05/09/taxas-de-juros-sobem-e-interrompem-quatro-meses-de-reducao/">http://blogs.estadao.com.br/no-azul/2013/05/09/taxas-de-juros-sobem-e-interrompem-quatro-meses-de-reducao/</a></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Barreiras para expansão das energias eólica e solar no Brasil serão avaliadas dias 27 e 28 de maio em São Paulo</title>
		<link>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1887</link>
		<comments>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1887#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 20:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press Release]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1887</guid>
		<description><![CDATA[Governadores de Estado, autoridades do ministério das Minas e Energia, dirigentes do GWEC e ABEEolica e presidentes das empresas que investem no setor vão expor estudos e opiniões em evento organizado pela &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1887">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b><i>Governadores de Estado, autoridades do ministério das Minas e Energia, dirigentes do GWEC e ABEEolica e presidentes das empresas que investem no setor vão expor estudos e opiniões em evento organizado pela Cleantech Investor</i></b><i></i></p>
<p>Alguns dos mais importantes tomadores e influenciadores de decisões sobre a política energética do Brasil estarão reunidos para avaliar as barreiras e propor soluções para expansão das fontes de energia eólica e solar no país, nas conferencias simultâneas BWEC – Brazil Wind Energy Conference, BSEC – Brazil Solar Energy Conference e BSRD – Brazil Small Renewable Day, que a Cleantech Investor realizará dias 27 e 28 de maio em São Paulo, no Caesar Business Hotel na rua Olimpíadas 205, Vila Olimpia.</p>
<p>O evento tem o patrocínio do Governo do Estado da Bahia e das empresas Renova Energia, Eolica Tecnologia, Iberdrola e NeoEnergia; conta ainda com  apoio institucional de ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, ABEEólica – Associação Brasileira de Energia Eólica, ABIAPE – Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia, ApexBrasil – Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, ANACE – Associação Nacional dos Consumidores de Energia; CERNE – Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia; CCIBC – Câmara Brasil China; CELA &#8211; Clean Energy Latin America; e Latin American Forum.</p>
<p>Os dados do evento podem ser conferidos nestes links:</p>
<p><a title="blocked::http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/bwec-2013-eolica.html" href="http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/bwec-2013-eolica.html">Informações gerais BWEC (eólica)</a></p>
<p><a title="blocked::http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/brpalestrantes2013.html" href="http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/brpalestrantes2013.html">Palestrantes BWEC confirmados</a></p>
<p><a title="blocked::http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/programa.html" href="http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/programa.html">Programa BWEC</a></p>
<p><a title="blocked::http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/bsec-solar-conference.html" href="http://www.cleantechinvestor.com/events/pt/bsec-solar-conference.html">Informações gerais BSEC (solar)</a></p>
<p>ATENCAO EDITORES / CHEFES DE REPORTAGEM / REPORTERES</p>
<p>1. O credenciamento de imprensa deve ser feito o mais cedo possível, ao menos para confirmar que o veículo estará presente. A indicação do jornalista (s) que farão a cobertura pode ser informada posteriormente.</p>
<p>2. Com isto poderemos organizar a recepção a todos.</p>
<p>3. Independente dos press-releases que encaminharemos sobre os temas dos eventos, recomendamos ainda aos que tiverem temas específicos para abordar com alguns dos palestrantes, que solicitem a entrevista o mais antecipadamente possível, pois teremos algumas limitações de espaço.</p>
<p>4. Conforme as solicitações, talvez seja necessário a organização entrevistas coletivas.</p>
<p>Portanto, conto com a colaboração de todos voces para realizarmos um bom atendimento.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Folha de S. Paulo: Lei e literatura</title>
		<link>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1884</link>
		<comments>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1884#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 May 2013 13:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TV Home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1884</guid>
		<description><![CDATA[Doze advogados, entre eles o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Eros Grau, escreveram contos relacionados ao exercício do direito. Acostumados ao compromisso do sigilo, aos prazos exíguos dos tribunais e à linguagem &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1884">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">Doze advogados, entre eles o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Eros Grau, escreveram contos relacionados ao exercício do direito.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">Acostumados ao compromisso do sigilo, aos prazos exíguos dos tribunais e à linguagem hermética, para não dar margem à dupla interpretação, os advogados têm no texto literário um desafio, afirma Pierre Moreau, organizador de &#8220;As Letras da Lei&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">&#8220;A ideia era que, através dos contos, eles pudessem passar sua experiência profissional. Sem nada combinado, os textos ficaram bem diferentes&#8221;, diz Moreau, que também assina um deles.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">Os temas vão de guarda de crianças a crime na internet.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">Entre os autores estão também Luís Francisco Carvalho Filho, Miguel Reale Júnior, José Gregori, Eduardo Muylaert e José Renato Nalini.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">Eros Grau escreveu sobre um juiz que se abstém de julgar um caso que envolve uma antiga paixão sua &#8211;uma história, segundo afirma ele, totalmente fictícia.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">&#8220;O que fizemos [na obra] foi literatura, mas o que está acontecendo hoje, em geral, no Brasil, é, seguramente, literatura fantástica&#8221;, afirma.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Verdana; font-size: large;">O livro (ed. Casa da Palavra) será lançado em São Paulo no próximo dia 28.</span></p>
<div>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"><a title="blocked::http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/05/1275020-industria-de-aluguel-de-carros-cresce-99-em-2012.shtml" href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/05/1275020-industria-de-aluguel-de-carros-cresce-99-em-2012.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/05/1275020-industria-de-aluguel-de-carros-cresce-99-em-2012.shtml</a></span></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Valor Econômico: Para consultor, complexidade fiscal é maior problema</title>
		<link>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1881</link>
		<comments>http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1881#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 15:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TV Home]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1881</guid>
		<description><![CDATA[Por De São Paulo Marta Pelucio, da Fipecafi: foco na questão fiscal faz com que os profissionais de contabilidade sejam muito exigidos A complexidade das normas fiscais é apontada por consultores e executivos &#8230; <a href="http://www.cleinaldosimoes.com.br/?p=1881">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>De São Paulo</strong></p>
<p><i>Marta Pelucio, da Fipecafi: foco na questão fiscal faz com que os profissionais de contabilidade sejam muito exigidos</i></p>
<p>A complexidade das normas fiscais é apontada por consultores e executivos como problema mais sério para as demonstrações financeiras no país. Se a falta de conhecimento sobre as normas IFRS representa dificuldade hoje, pode deixar de ser em pouco tempo, na medida em que o mercado for adotando e se adaptando às regras. Mas para a complexidade fiscal não há solução fácil no horizonte.</p>
<p>&#8220;A carga tributária é um problema menor que a complexidade fiscal&#8221;, diz Milton Brandt, diretor financeiro da Unilever Brasil e diretor do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-SP).</p>
<p>A Unilever, como todas as grandes empresas instaladas no país, é obrigada a manter um contingente de dezenas, às vezes centenas de funcionários para atender às demandas do Fisco.</p>
<p>Quando adotou a IFRS, o Brasil criou o RTT (Regime Tributário de Transição), pelo qual as demonstrações passaram a ser adaptadas às novas regras. Se por um lado o RTT facilitou as coisas, por outro criou um problema. &#8220;Na prática, ficaram três contabilidades: a local, caminhando para IFRS, a fiscal, com ajustes pelo RTT, e a global, que é usada nos reportes à matriz.&#8221;</p>
<p>Para quem chega ao país o cipoal fiscal é incompreensível. &#8220;Nós fazemos muitas aberturas de empresas que estão chegando ao Brasil. Praticamente todas já têm noção de IFRS, mas desconhecem a legislação fiscal brasileira&#8221;, revela Kátia Abate, diretora de outsourcing da Baker Tilly Brasil. &#8220;O problema, então, é conciliar a IFRS com as normais locais, que são complexas e exigem que façamos um esforço para familiarizar as empresas com ela. Explicar essas diferenças exige horas adicionais de dedicação.&#8221;</p>
<p>Para Marcello Lopes, diretor da LCC Auditores e Consultores, o país precisa de uma mudança cultural muito grande para adotar de vez a IFRS em 100% das empresas e acabar com o velho conceito predominante da contabilidade voltada para o Fisco.</p>
<p>Também favorável à adoção integral, Bruce Mescher, sócio-líder de Global IFRS and Offering Services da Deloitte afirma que pequenas e médias empresas não devem se omitir na adoção das normas, já que existe uma variante da IFRS, mais flexível, voltada exatamente para as PMEs. &#8220;É um desafio, mas a IFRS já é a linguagem desde 2010 no Brasil e em mais de 120 países.&#8221;</p>
<p>Marta Pelucio, professora do MBA em IFRS da Fipecafi, acredita que o foco intenso na questão fiscal faz com que os profissionais de contabilidade no Brasil sejam muito exigidos: têm de conhecer a fundo a questão fiscal e ainda são responsáveis pelas informações prestadas. Na Espanha, em visita de trabalho recente, descobriu que a profissão de contador nem sequer é regulamentada. Lá prevalece a interpretação de que os administradores são os responsáveis pelas demonstrações e demais informações financeiras. &#8220;É preciso simplificar urgentemente a norma para baixar o custo e facilitar a vida das empresas, exigindo menos contadores&#8221;, diz. <strong>(EB)</strong></p>
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